Bitcoin é seguro? Saiba porque as pessoas se interessam cada vez mais por essa moeda

Quando o assunto é investimento, a primeira dúvida que vem à cabeça das pessoas é segurança. Afinal, de nada adianta obter um retorno espetacular, se no meio do caminho há risco do ativo deixar de existir, ou de surgir algum competidor que destrua totalmente o seu valor. O que é um investimento seguro? O Bitcoin é seguro? Quais os riscos das criptomoedas? Vamos fazer um apanhado geral de conceitos como blockchain e wallet, as carteiras digitais, além de comparar com os investimentos tradicionais. Venha aprender com a maior exchange da América Latina, o Mercado Bitcoin!

Risco “zero”, o investimento seguro

O investimento precificado como menos arriscado pelo mercado são os Títulos do Tesouro, a dívida emitida pelo próprio Estado. É preciso lembrar que embora considerados 100% seguros, tais Títulos apresentam risco de liquidez, inclusive de uma eventual moratória.

O Tesouro Direto, por exemplo, regularmente cancela os seus leilões semanais em dias de alta volatilidade nas taxas, impedindo os detentores de comprar ou vender através de seu sistema. Fundos classificados como Renda Fixa podem apresentar retorno negativo, mesmo quando não envolvem derivativos e alavancagem.

Segundo apurou o UOL, em março de 2020, que mais da metade das classes de investimento em Renda Fixa acumulava prejuízos no mês. Aplicações no Tesouro Direto podem apresentar retorno negativo caso o investidor venda o Título antes do vencimento.

Blockchain, parte integrante do bitcoin

Em linhas gerais, o blockchain é um banco de dados compartilhado que armazena o registro histórico de todas as transações feitas na moeda, desde o seu início em janeiro de 2009. Esse registro está sujeito a ataques de hackers e entidades maliciosas, como qualquer grande empresa, incluindo os bancos. Neste outro texto, explicamos de forma detalhada o que é Bitcoin e como funciona o blockchain.

A rede blockchain do bitcoin contém os saldos e movimentações de cada endereço, que é controlado por uma chave privada. Pense nesta chave privada como a senha da sua conta no banco. Você pode informar sua chave pública, equivalente à conta-corrente e agência, mas ninguém consegue sacar ou movimentar tal conta.

De forma resumida, somente o detentor da chave privada consegue autorizar retiradas de seus endereços, conferindo segurança nas transações individuais e saldos de cada carteira, ou wallet. Através da criptografia, o software impossibilita o gasto-duplo, o envio do mesmo Bitcoin para carteiras diferentes.

Hackeando a rede bitcoin

Em agosto de 2010 uma falha no software que gerencia a rede bitcoin reconheceu uma movimentação indevida, gerando 184 milhões de novas moedas. Isto imediatamente chamou a atenção da comunidade, que prontamente fez a correção, e todos os usuários descartaram a cadeia de blocos contendo a transação inválida.

Mais recentemente, em setembro de 2018, os desenvolvedores do Bitcoin Core, este software de código aberto utilizado pela maioria dos usuários, anunciaram a correção de um bug, falha que poderia ser explorada para criar Bitcoins indefinidamente.

Ninguém sequer tentou realizar o ataque, pois abriria mão da recompensa pela mineração do bloco. Além disto, sabe-se que a comunidade poderia se unir para invalidar tal operação em pouquíssimo tempo. Isto é uma prova evidente de que o Bitcoin é seguro, por conta dos incentivos entre os participantes em manter a rede funcionando conforme planejado.

Descentralização e regulação

A rede bitcoin é caracterizada pela ausência de uma entidade reguladora. No dia-a-dia impera a tecnologia Proof of Work, ou Prova de Trabalho, o esforço computacional despendido pelos mineradores. No entanto, a exemplo do que vimos no caso do bug das moedas ilimitadas de 2018, são os usuários através de seus nós (nodes) que decidem as regras válidas.

Desta maneira, embora os governos tenham controle sobre a moeda fiduciária e empresas do ecossistema, incluindo as exchanges, seu poder sobre a rede bitcoin é inexistente. A concentração de mineradores na China, por conta da energia elétrica mais barata e fácil acesso aos equipamentos, tampouco representa um risco direto ao Bitcoin.

No caso de um conluio que envolva parte do mercado, os nós (nodes) da rede vão continuar rejeitando qualquer tentativa de bloco inválido. Tentativas de ataque criam uma sequência de blocos alternativa, um fork, que não é reconhecido pelo software da rede bitcoin. O consenso que mantém as regras é formado pela totalidade dos participantes da rede, os nós (nodes) rodando o software, que pode ser executado por qualquer um.

Desvalorização cambial

Para o cidadão norte-americano, o ritmo de endividamento do governo não é tão preocupante. Além de ser a principal moeda utilizada como reserva pelos governos e Bancos Centrais, o Dólar é demandado por empresas que emitem dívida internacional, além de ser amplamente utilizado na negociação do petróleo, minério e soja.

Esta realidade é bem diferente para países como Brasil, Argentina, Turquia, Venezuela, e África do Sul. A desvalorização cambial tem efeitos devastadores para a população. Só para se ter uma ideia, o Real se desvalorizou incríveis 23% nos primeiros três meses de 2020. Sim, perdemos praticamente um quarto do poder de compra (em dólar) de nossa moeda.

Por este motivo, o interesse dos investidores por criptomoedas nestas regiões é proporcionalmente maior, conforme podemos constatar na pesquisa abaixo:

Pesquisa de utilização de criptomoedas - fonte: statista

Investindo com segurança

Você provavelmente ouviu falar de algum golpe envolvendo criptomoedas, afinal, são inúmeras as pirâmides que solicitam o depósito através deste meio, ou que alegam realizar operações neste mercado. É por este motivo que você deve pesquisar bem antes de escolher uma corretora, denominada exchange, no universo de ativos digitais.

O Mercado Bitcoin é a maior corretora de moedas digitais da América Latina, com quase dois milhões de clientes. Contamos com os mais avançados recursos de segurança e prevenção à fraude, incluindo Verificação em Duas Etapas (2FA) e palavra segura para acessar suas contas e realizar operações.

Reconhecido internacionalmente, o Mercado Bitcoin é a única exchange nacional a figurar entre as 50 mais confiáveis do mundo, de acordo com o Blockchain Transparency Institute (BTI).

Acompanhe conosco os “10 motivos para comprar Bitcoin no Mercado Bitcoin”, e veja os fatores que nos tornam líderes de mercado. Além do Bitcoin, no Mercado Bitcoin você encontra outras criptomoedas e tokens que contam com a segurança do blockchain.

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