Conheça as novas criptomoedas que chegaram no Mercado Bitcoin

Criado em 20/09/2021 - Atualizado em 25/08/2021

6 minutos 40 segundos de leitura

Conheça as novas criptomoedas que chegaram no Mercado Bitcoin

Sabemos o quanto importante é ter uma ampla listagem de ativos disponíveis para negociação, porém, nossa prioridade é sempre a segurança. Por isso, antes de adicionar criptomoedas no Mercado Bitcoin, existe um processo de aprovação criterioso visando minimizar riscos para nossos clientes.

Sendo líderes em volume e número de usuários no país, temos a responsabilidade de trazer ativos com alta liquidez, ou seja, elevado volume de negociação. No entanto, estamos sempre atentos às novidades da economia digital, além de escutarmos as demandas de nossos usuários.

Por esse motivo, estamos iniciando a negociação de 7 novas criptomoedas em nossa plataforma, e abaixo você irá encontrar uma breve explicação de cada uma.

Se você ainda não sabe o que são criptomoedas, siga este outro artigo onde explicamos seu funcionamento e razão de existir.

O que é são as exchanges descentralizadas?

As corretoras de criptomoedas são conhecidas como exchanges, cuja tradução literal é “troca”, pois intermedeiam negociações entre seus clientes. Através dos contratos programáveis, ou smart contracts, foi possível criar mecanismos automatizados para negociação de criptoativos.

As exchanges descentralizadas (DEX) surgiram na rede Ethereum, e oferecem trocas entre diferentes criptomoedas, no entanto, sem compra ou venda através de valores fiduciarios. Em resumo, sem depósitos e saques em Reais, dólares, ou Euros.

No vídeo abaixo, Carol e Kaká da @usecripto explicam como funcionam as exchanges descentralizadas:

O que é SushiSwap (SUSHI), e como funciona?

  • A SushiSwap surgiu como um fork, um clone do código-fonte de sua concorrente mais conhecida, Uniswap (UNI) listado em nossa plataforma desde 11/mai;
  • Além de servir para eventuais votações na plataforma, o token SUSHI é criado para recompensar usuários que atuam como provedores de liquidez;
  • Também é possível fazer staking, o empréstimo remunerado de depósitos;
  • A DEX SushiSwap figura entre as 5 maiores em liquidez e conta com mais de 5 bilhões de dólares travados em seus mercados;
  • Está ativamente buscando soluções para as altas taxas de transação na rede Ethereum, inclusive lançou uma versão na rede Polygon (MATIC).

Para utilizar a plataforma SushiSwap na rede Ethereum, é necessária uma carteira (wallet) capaz de interagir com esses smart contracts, dentre as quais se destacam MetaMask, WalletConnect, e TokenPocket.

O que é Polygon (MATIC), e como funciona?

ecossistema-matic

  • A rede Matic Network foi renomeada para Polygon, quando se tornou um mecanismo de interoperabilidade, uma solução para integrar redes similares ao Ethereum;
  • O processo inicial da Matic consistia na tecnologia Plasma, que realizava computação fora do blockchain (off chain), porém registrando na rede Ethereum quando necessário;
  • A tecnologia Polygon é modulável, pois conta com uma camada de segurança e de execução funcionando em paralelo;
  • Conta com uma implementação capaz de rodar os smart contracts da Ethereum, de forma integrada;
  • O token MATIC atua tanto na governança da rede, como mecanismo de pagamento de taxas de transação.
  • Dentre os projetos que já utilizam a Polygon podemos citar a Aave, de empréstimos, a DEX SushiSwap, e o agregador de taxas Adamant.

Em resumo, a rede possibilita criar “serviços de validadores”, com diferentes mecanismos de consenso e regras de produção de novos blocos.

OMG Network, como funciona e para que serve?

  • OmiseGO (OMG) é uma solução de escalabilidade para a rede Ethereum utilizando segunda camada;
  • Funciona basicamente agregando diversas transações utilizando funções de arbitragem que eliminam a necessidade do usuário abrir mão do controle de seus endereços;
  • A rede OMG centraliza o processamento de transações, porém a arquitetura utilizando a tecnologia Plasma torna a camada de segurança descentralizada;
  • Quando um usuário pede para encerrar uma camada adicional, é obrigado a depositar moedas OMG de garantia para sua honestidade;
  • Passado o período de avaliação, e não havendo reclamações, o usuário recebe seus valores juntamente com a margem de segurança.

Para utilizar a rede OMG Network, os usuários são obrigados a pagar taxas aos validadores na moeda OMG. Em 19 de agosto a equipe desenvolvedora lançou uma versão de testes de uma nova implementação, denominada Boba Network.

O que são os oráculos de aplicativos descentralizados?

Vamos imaginar um smart contract de uma exchange descentralizada (DEX) para intermediar a troca entre dois criptoativos. Como este processo consegue verificar a cotação justa?

O segredo é o oráculo, esse intermediário que importa e exporta dados fora doblockchain, o registro de transações públicas da criptomoeda. Por exemplo, o sistema pode consultar alguma DEX, ou um agregador de cotações, como o CoinGecko.

Além de criar essa “ponte” de dados, cabe ao oráculo estabelecer sistemas para evitar erros, seja por falta do sinal, ou até mesmo uma entidade buscando manipular determinado resultado.

O que é Band Protocol (BAND), e como funciona?

protocolo-band

Embora a líder absoluta de oráculos seja a Chainlink, o Band Protocol tem buscado se estabelecer através de reconhecidos provedores de dados.

  • Band Protocol conta com redundância de próprias de informação, evitando assim dados corrompidos ou maliciosos;
  • Possui um sistema transparente e auditável;
  • Os validadores da rede possuem incentivos monetários para se manterem alinhados, incluindo o depósito de garantia (stake).

Ankr Network (ANKR), como funciona e para que serve?

  • Busca eliminar barreiras para usuários rodarem nós (nodes) de outras blockchains, de forma simples;
  • Apresenta custo comparável aos atuais servidores de dados na nuvem;
  • Desenvolvedores de aplicações descentralizadas (dApps) podem utilizar a conexão API para buscar dados nas redes Ethereum e Polkadot;
  • A rede utiliza o protocolo Plasma, que permite números ilimitados de “canais dependentes”, conhecidos como sidechains;
  • É possível “minerar” o token ANKR fornecendo capacidade computacional ociosa.

O segredo do projeto é a utilização de capacidade inutilizada de centros computacionais (data centers), sem necessidade de grande poder de computação, pois esse processamento é feito pelos oráculos.

Desse modo, o token ANKR funciona tanto para a governança, quanto no pagamento das taxas de serviço computacional, transações, e pagamento pelos dados fornecidos via API.

O que é Bancor (BNT), e como funciona?

Se você já se aventurou no universo de finanças descentralizadas (DeFi), provavelmente já escutou sobre o risco de descasamento de garantia, conhecido como “impermanent loss". Ao prover liquidez para uma DEX, é possível que uma mudança brusca na cotação dos ativos que compõem a cesta (pool) tragam perdas para os depositantes.

  • Por não trabalhar com um “livro de ofertas” tradicional, a maioria das DEX utilizam o sistema de market maker automatizado (AMM);
  • Os provedores de liquidez de cada cesta (pool) aceitam que seus ativos sejam negociados entre os pares oferecidos, em troca de uma taxa (yield);
  • O token BNT é utilizado pela Bancor para resolver estes problemas de descasamento para os depositantes em smart contracts;
  • O protocolo cria ou destrói tokens BNT conforme cada cesta de liquidez aumenta ou diminui;
  • Atualmente possui 1,7 bilhões de dólares travados em seus contratos programados.

Quer virar um expert em finanças descentralizadas? Veja no vídeo abaixo como funciona e para que serve o DeFi.

Wrapped Bitcoin (WBTC), como funciona e qual seu diferencial?

Você provavelmente sabe o que é Bitcoin, a maior e mais antiga criptomoeda, o projeto que finalmente resolveu o problema do “gasto duplo”, impedindo que o mesmo item digital seja encaminhado para duas pessoas.

Embora ambos utilizem o Blockchain, não é possível movimentar moedas de Bitcoin na rede Ethereum, que oferece aplicações descentralizadas. Isso porque o Bitcoin optou por deixar sua camada base o mais simples e funcional possível, garantindo que qualquer usuário consiga armazenar e validar todo o registro histórico de forma simples e sem custos.

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  • Wrapped Bitcoin trabalha com um smart contract que realiza a custódia (guarda) descentralizada do Bitcoin;
  • Cada WBTC é garantido por 1 Bitcoin, e isso é facilmente auditável no smart contract;
  • Um grupo de 30 entidades controla essa conversão, incluindo as startups Bitgo, Compound, e Kyber;
  • É um método para “envelopar” seu Bitcoin no protocolo ERC-20, um criptoativo da rede Ethereum, permitindo seu uso nas aplicações descentralizadas.

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