Educação

Finanças pessoais organizadas com 5 dicas!

06/01/2022

7 minutos de leitura

Finanças pessoais organizadas com 5 dicas!

Muito se fala sobre organização das finanças pessoais, mas sabemos que botar em prática é complicado, pois administrar as próprias economias é uma tarefa mais difícil do que parece.

É comum as pessoas não saberem lidar com os recursos financeiros. Isso acontece porque, desde cedo, elas não têm contato com a educação financeira.

Pensando nisso, a ParMais aborda neste artigo a importância da educação financeira e da organização das finanças pessoais para a sua saúde financeira.

Educação financeira

Como citamos acima, é comum as pessoas não saberem lidar com o dinheiro. Aqui entra a importância da educação financeira, que tem o objetivo de educar as pessoas para conseguirem realizar a administração dos seus recursos e a gerenciar suas contas, além de conseguirem identificar as armadilhas de consumo e se tornarem mais seguras em momentos incertos.

Importância da organização das finanças pessoais

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Quando as pessoas entendem a importância de se relacionar bem com suas rendas e despesas, elas acabam ficando em uma situação mais confortável financeiramente.

Quem resolve mudar de hábitos financeiros só tem benefícios, pois se acostuma a gastar menos do que ganha e tem menos dívidas, por exemplo. A consequência pode ser sentida em vários setores da vida, principalmente no emocional e físico.

Ao conhecer e aplicar conceitos de educação financeira pessoal na sua vida, você perceberá que é possível se permitir ficar mais tempo com os familiares, viajar mais, ter um dinheiro poupado para quando for preciso e, ainda, se aposentar mais cedo.

Como organizar as finanças pessoais?

O caminho para organizar as finanças pessoais não é fácil e exige muita vontade e disciplina. Para auxiliar, separamos algumas dicas:

Tenha um controle financeiro

O primeiro passo é listar todas as suas despesas e analisar de forma criteriosa todos os gastos. Muitas pessoas, por desconhecer quanto realmente gastam por mês, comprometem parte do orçamento com despesas que podem ser reavaliadas e evitadas.

Por isso, utilize uma planilha ou mesmo papel e caneta e anote tudo o que entra e sai por mês. Preste bastante atenção nos itens da lista e avalie criteriosamente quais gastos são possíveis cortar ou diminuir.

Importante: para o controle financeiro, não basta apenas anotar. É preciso analisar e colocar em prática diversas medidas para gerenciar seus recursos, sempre ajustando aos seus objetivos.

Faça um mapeamento das dívidas

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Se você tem dívidas, o próximo passo é fazer um mapeamento delas. Muitas pessoas desconhecem o valor de dívidas que têm a pagar ou não sabem qual a taxa de juros foi contratada. Por isso, é importante verificar o número e o valor das parcelas em aberto, a taxa de juros e o tempo ainda devido.

Troque dívidas caras por uma mais barata

Com o mapeamento das dívidas feito, agora você pode avaliar se é possível substituir as dívidas caras por uma nova, mais barata e com uma taxa de juros inferior. Para isso, procure um banco para negociar as taxas oferecidas.

Caso o crédito não cubra todo o valor das dívidas, dê prioridade para quitar as dívidas mais caras. Outra dica é evitar agiotas, financeiras e entrar no cheque especial.

Mantenha uma boa estrutura financeira

Este passo é onde você se adapta à nova realidade financeira e adota novos hábitos. Para isso, faça sua lista com tudo o que ganha e o que gasta e não esqueça de deixar um valor reservado para as despesas eventuais, que são aquelas despesas não previstas no orçamento.

Identifique gastos desnecessários e passe a pagar apenas por aquilo que você realmente vai usufruir no seu dia a dia. Certamente isso não afetará o seu padrão de vida e fará muito bem para o seu bolso.

Por exemplo: revise pacotes de internet, TV por assinatura, mensalidades extras - como de academia ou aulas de inglês - e verifique se você aproveita todos os serviços oferecidos no contrato. Se necessário, renegocie e reduza os custos excedentes.

No final do ano, tenha atenção redobrada com os gastos extras que podem fazer você extrapolar o seu orçamento. Lembre-se de incluir os gastos com presentes, confraternizações, viagens e lembre-se também das contas extras do início do ano, como IPTU, IPVA, matrícula e material escolar, seguros e eventuais despesas de férias da família. Esse também é o momento do 13º salário, que você pode aproveitar para começar a guardar e dar início a sua reserva de emergência.

Outra dica importante é manter apenas uma conta corrente e um cartão de crédito para facilitar o controle das despesas, além de diminuir gastos com manutenção de conta e anuidade.

Aprenda a gastar e a pagar-se primeiro

Para quem pretende ter um bom relacionamento com o dinheiro, o primeiro passo é aprender a pagar-se primeiro.

Isso significa que, com bastante disciplina, você vai começar a ver o dinheiro sobrar. Comece economizando 10% da renda mensal e resista às tentações.

Para ajudar, faça listas de compras - isso vale para supermercado, roupas, farmácia - e pense muito bem antes de pegar itens que não estejam na lista. O que pode colaborar também é pesquisar os preços em diferentes estabelecimentos para não pagar a mais no que pode ser economizado.

Tenha o hábito de pagar à vista para evitar desperdícios e minimizar o uso do cartão de crédito, além de avaliar muito bem a necessidade de algum produto só porque ele está na promoção.

Tenha uma reserva de emergência

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A reserva de emergência é essencial para você organizar suas finanças pessoais. É ela que vai servir “colchão” caso haja algum imprevisto de qualquer natureza que envolva a necessidade de gastar dinheiro além dos gastos habituais.

Consequentemente, você terá mais tranquilidade caso aconteça algo inesperado e evita ter que recorrer a empréstimos bancários com juros caros.

Consultor de finanças pessoais

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Caso não se sinta confortável ou preparado para organizar as suas finanças pessoais, você pode procurar por profissionais qualificados para auxiliar.

Aqui entra o trabalho do consultor financeiro, que é o profissional responsável por avaliar e organizar a vida financeira dos seus clientes, sem conflitos de interesses, visando adequar as finanças de acordo com os objetivos e momento de vida.

Conclusão

Se você está confuso com suas finanças pessoais, saiba que, com educação financeira, muita disciplina e dedicação, é possível se organizar e ter mais tranquilidade quando o assunto é dinheiro.

Então.. recapitulando o que vimos nessa publicação, é importante que você se atente aos pontos abaixo:

  • Tenha um controle financeiro
  • Faça um mapeamento das dívidas e troque as dívidas
  • Mantenha uma boa estrutura financeira
  • Aprenda a gastar e a pagar-se primeiro
  • Tenha uma reserva de emergência
  • Peça ajuda de um consultor de finanças pessoais

Você pode tentar sozinho, seguindo as dicas da ParMais, ou procurar ajuda de um profissional qualificado para adequar suas finanças pessoais com seus objetivos.

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